Assisti: Cidade dos Ossos

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Antes de tudo, eu tenho duas coisas pra dizer. Aqui vai ter um monte de spoilers. Então se você não viu o filme ou não leu o livro,  não passe do próximo paragrafo. Eu não quero estragar essa experiencia incrível te contando os melhores momentos de proposito, então se você não parar de ler, a culpa é inteiramente sua. Em segundo lugar, eu estou resenhano o filme, não o livro. Se eu fizesse uma comparação de ambos, ia demorar séculos e ninguém iria ler. Vou tentar me focar ao máximo apenas no filme, mas se eu deixar escapar uns comentários sobre o livro, me desculpem.

imageEu estava em agonia esperando para ver esse filme, não por dias, ou meses… anos! Eu acompanho a série des do comecinho, eu conheci o Jace e a Clare, quando mal tinha acabado de lançar o segundo livro, City of Ashes. Quem passou por isso, sabe que a Sra° Clare, não é rápida para escrever, nada do nível George R.R. Martim – 15 anos já é demais né – mas ela chega no nível de tortura. Até porque, com exceção do terceiro livro, não tivemos um final feliz ou menos tenso em nenhum, resultado de uma grande agonia para os fãs. Eu não pretendia resenhar isso hoje, mas queria que minha emoções em relação estivem bem explicitas. Tanto eu como minha amiga saímos um tanto abaladas do cinema. Como ela disse, com bigornas esmagando nossos corações aos poucos.
Não se desespere, o filme não é ruim. Ele foi muito bem feito e fiel na medita do possível, apesar de ser um tanto confuso pra quem não tem uma noção dos acontecimentos. O Jaime ( Jace) e a Lily (Clare) tem uma química evidente, nos primeiros momentos do filme você já pode reparar nas faíscas. Confesso que quando eu imaginei meu Jace, ele nada tinha a ver com o Jaime, mas eu tenho que bater palmas pra ele, pela ótima atuação do personagem. Eu nunca mais lerei The Mortal Instruments sem pensar no Jace do Jaime Campbell.

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Eu poderia fazer uma lista de coisas boas sobre o filme e nunca mais parar. A arte ficou linda, fotografia fabulosa. As cenas de ação foram intensas, até demais. As vezes eu queria fechar meus olhos pra não ver eles se baterem tanto. E apesar de não termos um Simon se transformando em rato, e outras mudanças, valeu a pena cada segundo, mesmo eles economizando em efeitos especiais.
Umas das coisas que eu mais adorei, foi o Godfrey Gao como o Magnus Bane. Magnus é sem dúvida meu personagem preferido, e o Godfrey além do fato de ser um deus na terra, é um ótimo ator, ele encarnou o meu Warlock preferido como se tivesse sido baseado nele mesmo. Infelizmente ele tem apenas três cenas em todo o filme, uma delas sendo apenas um flash back, e outra digna de um ‘HOMYGOOD!’.
A cara que o Alec  faz quando vê o Magnus me rendeu muitas gargalhadas.

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Depois que o Mr°Bane tão sutilmente mostra suas musculosas pernas, o filme acelera um pouco de ritmo, é quando você vê, já estamos com um Alec muito machucado e um Valentine perverso invadindo o instituto.
Ai Valentine… aqui é um dos momentos que eu tenho que comparar com o livro. Valentine é um desses vilões que te faz querer pular ao lado negro da força. Ele tem carisma, beleza, estilo… a perfeição emoldurado por ternos sob medida. Basicamente, eu amo o Valentine, e tudo que eu queria era que ele não fosse uma grande, decepção.

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Eu não estou culpando o ator. Ele é ótimo, e tenho certeza que poderia fazer um grande Valentine. Mas graças aos diretores sem coração, um dos possíveis melhores vilões do cinema, se tornou um grande louco psicopata e pervertido. E absurdo a forma com ele é violento, quando o original era elegância absoluta. Eu não posso ver o Valentine que fez o Jace mudar de lado, nem o Valentine que quebrou o coração da chata da Jocelyn. Eles apenas tiraram um personagem e colocaram outro no lugar com o mesmo nome.

Graças a Deus esse foi o único defeito do filme.

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A Izzy foi uma diva do começo ao fim. Alec totalmente lindo e muito ciumento. Simon conseguiu ser melhor que no livro. E apesar de eu odiar a Jocelyn,a Lena fez dela uma super mulher impossível de não gostar. O Luke é um gato de lobisomem. Tirando o fiasco Valentine, o filme é perfeito em proporções épicas,  e valeu cada centavo que eu paguei para ir assistir.
Agora é esperar um ano de agonia para a continuação.

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