E-reader e e-books : minha experiência!

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CYMERA_20150520_204828Eu nunca tive uma vontade gigante de comprar um e-reader, porque apesar do preço não ser catastrófico eu sempre pensava ‘com esse valor posso comprar x livros impressos’; mas recentemente surgiu uma oportunidade e eu adquiri um Kobo, o leitor digital exclusiva da Livraria Cultura. Ele é uma coisinha pequena e leve, fácil de carregar e com espaço pra centenas de livros na memória; além de ser muito confortável para ler e possuir dicionários e outras facilidades.  Não teve como não me apaixonar pela praticidade que ele trás para o leitor.

Eu não tive muitos problemas para transitar do papel para o e-reader porque e-books já eram algo muito presente na minha rotina. Eu leio bastante e nem sempre tenho condições de comprar todos os livros que quero e na maiorias das vezes eu acompanho os lançamentos no país de origem, então foi muito mais pratico consumir – também, porque isso não quer dizer que tenha abandonado os livros físicos – em formato digital do que importar. Já era um habito que tinha e ele só facilitou esse pedaço da minha vida.

E depois de entrar para o lado eletrônico da força, uma das coisas que eu percebi foi que existe um pouco de preconceito contra os e-readers por aí. As pessoas automaticamente excluem a possibilidade de apenas conhecer o formato em pró das edições tradicionais. Há uma escolha de lados mesmo não sendo realmente uma competição.

Os e-books tem diversas vantagens não só para o leitor como para os novos autores; eles tem a facilidade de publicação a sua disposição. Publicar um e-book e gerar público para ele é muito mais comodo e barato que fazer a publicação direta no papel; e ajuda a chamar a atenção de editoras justamente por já ter gerado público. E ao contrario do que muitos pensam isso não prejudica o mercado tradicional: apesar de estarem cada vez mais populares os e-books são apenas 2,6% do mercado editorial; e não só eles que estão se popularizando, o 97,4% que é dominado pelos livros físicos também tem um aumento anual.

No fim a única diferença entre o papel e o formato digital é tátil; você não pode cheira um e-reader nem apreciar o seu peso variado. Ele não vai decorar sua estante nem pode ser autografado; mas ele também não ocupa espaço na bolsa quando você vai ao trabalho e o custo-beneficio é muito maior, com preços bem menores e centenas de opções gratuitas disponíveis na internet. O livro ainda é um livro e ele não vai ser pior nem melhor independente do seu formato.

No fim eu sou uma defensora do livro impresso… e do digital e do áudio-livro também. A literatura é expansiva e qualquer forma que ajude a compartilhar essa experiência, a popularizar a leitura, é válida e indicada. Tudo é adaptável e eu não vejo porque o livros não podem ser também.

Então que tal dar uma oportunidade? Você pode começar no tablet ou no celular antes de investir em um leitor digital; apenas não elimine a possibilidade de  ter mais livros a sua disposição. Não é uma competição, você não precisa escolher entre um e o outro. Eu ainda prefiro ler no papel, principalmente no conforto da minha casa ou em um lugar mais tranquilo. Mas o leitor é presença certa na minha bolsa independente de onde eu vou, porque além de não ocupar lugar ele tem bem menos riscos de ser danificado.

Então deixem sua opinião sobre o assunto e sua experiência com o formato, e vamos falar sobre isso mais um pouco. 😀

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